O chamado

Andava pelos corredores de pedra fria, limpos, onde a única luz provinha do luar que penetrava a janela solitária.
Ela ouvia o som dos cascos dos cavalos vindo, através do vento forte proveniente do norte.
Correu quando chegou ao gramado que ladeava o castelo, mas não havia ninguém ali, só havia o descampado, o céu estrelado e o vento a lhe soprar gracejos.
E deixou-se murchar sobre o gramado, com o coração em pedaços e a alma sem alento, em sua espera continua pelo retorno de seu coração.

Comentários

Parabéns pelo blog, suas prosas poéticas são encantadoras, contudo procure se aperfeiçoar na gramática. Um grande abraço.

http://eriolmala.blog.uol.com.br/
Danny disse…
Sem palavras... mto bom!!!

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