quinta-feira, 4 de abril de 2013

Píppi Meialonga




        Quando terminei de ler esse livro, fui logo atrás de resenhas sobre ele pra tirar a dúvida se havia sido injusta na minha leitura. Isso porque o livro não me cativou. E fiquei de cara no chão, porque parece que todo mundo gostou de lê-lo.
        O livro conta a história de Píppi, uma menina de nove anos e cabelos ruivos sempre presos em tranças, que vive com seu macaco de estimação e seu cavalo numa casa em uma pequena cidade. Ela é extremamente forte e imaginativa e cada capítulo do livro conta uma de suas aventuras ao lado de Tom e Aninha, seus vizinhos e grandes amigos. Píppi está sempre desagradando os adultos a seu redor por fazer apenas aquilo que tem vontade, sem ter um adulto que a acompanhe e ensine. 
        Eu adoro literatura infanto-juvenil e resolvi ler esse título porque já tinha o visto sendo mencionado em alguns lugares. O texto é bem escrito e a edição é boa, com letras grandes para facilitar a leitura das crianças. Também há ilustrações, algumas coloridas, outras em preto e branco, que são bastante divertidas.                                  
        Ainda assim, me pareceu faltar alguma coisa, algum brilho, que deixasse a história mais marcante. Não digo que é um livro ruim, porque não é, mas já li títulos que considerei melhores do gênero e não há como não fazer comparações.
        Reconheço que é uma leitura interessante para a faixa etária à qual se destina e também para quem trabalha ou convive com crianças, afinal, há muito na Píppi daquela inocência comum à infância e ela chega a ser um Alter Ego para todos nós, por fazer tudo o que tem vontade e estar sempre se divertindo sem que haja alguém a lhe impor limites. 

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