terça-feira, 22 de junho de 2010

O chamado

Andava pelos corredores de pedra fria, limpos, onde a única luz provinha do luar que penetrava a janela solitária.
Ela ouvia o som dos cascos dos cavalos vindo, através do vento forte proveniente do norte.
Correu quando chegou ao gramado que ladeava o castelo, mas não havia ninguém ali, só havia o descampado, o céu estrelado e o vento a lhe soprar gracejos.
E deixou-se murchar sobre o gramado, com o coração em pedaços e a alma sem alento, em sua espera continua pelo retorno de seu coração.

2 comentários:

Mudando de Assunto disse...

Parabéns pelo blog, suas prosas poéticas são encantadoras, contudo procure se aperfeiçoar na gramática. Um grande abraço.

http://eriolmala.blog.uol.com.br/

Danny disse...

Sem palavras... mto bom!!!